Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 19/08/2020
Na série “Dr. House” é retratado o médico Gregory House, que toma remédios adquiridos de forma fácil e ilegal na farmácia do hospital devido à sua influência. Por analogia com o tema abordado na série, no mundo da não ficção as pessoas recebem medicamentos de venda livre e ilegal, ou seja, com ajuda farmacêutica, principalmente em países subdesenvolvidos, gerando assim a cibercondria, uma doença da era digital da revolução pós-industrial. Nesse sentido, há uma necessidade clara de maior orientação para a comunidade e do cumprimento das normas aplicáveis.
A priori, deve-se enfatizar que devido à falta de orientações sobre novas tecnologias, as famílias desconhecem os prejuízos quando são utilizadas indevidamente para a assistência à saúde. Portanto, é óbvio que o percentual de 79% da população que pratica automedicação - estudo do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ) - tende a aumentar nos próximos anos apenas em função do maior acesso à rede mundial de computadores. Nesse sentido, deve haver maior controle do acesso às pesquisas na Internet, em função dos sintomas, além de esclarecer às autoridades como diagnosticar os médicos levando em consideração diversos fatores.
Além disso, as leis aplicadas por instituições podem salvar muitas vidas. No entanto, não são praticados pelos cidadãos e não são acompanhados para verificação real do seu desempenho por instituições que comercializam medicamentos, na maioria das vezes sem receita, o que faz com que o consumidor não peça ajuda a um especialista para tratar a doença como verdade. o que o Google estava procurando. Portanto, o uso indiscriminado de substâncias de venda livre, conforme preconizado no série “Dr. House”, não deve ocorrer na sociedade devido aos riscos a que o usuário está exposto com a utilização desse método.
Em síntese, é mister que as diretrizes e regulamentos possam mitigar a situação atual. Para minimizar os problemas decorrentes, é imprescindível que o Ministério da Saúde (Ministério da Saúde) crie, com financiamento governamental, campanhas publicitárias na mídia para estimular a busca por médicos e alertar os cidadãos sobre os riscos à saúde, sugerindo ao espectador criar o hábito de tomar apenas medicamentos prescritos e não usar da Internet para fins clínicos. Só assim será possível limitar o autotratamento, além de promover a área da saúde, aumentando o número de consultas e limitando os efeitos colaterais dos medicamentos sem o consentimento de um especialista.