Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 14/08/2020

Com a era digital a informação está a um “click” de distância, a qual agrega inúmeros benefícios e muitos problemas. Uma multidão de usuários da rede sana dúvidas médicas na “web”, muitas vezes ocasionando uma piora considerável em seu quadro clínico, sem a devida orientação profissional qualificada.

A partir de dados, é importante destacar que, em função da falta de orientação sobre as novas tecnologias as famílias não sabem sobre os prejuízos quando essas são utilizadas de forma incorretas para cuidar da saúde. Nesse sentido, deve ocorre um maior controle sobre o acesso às pesquisas na internet, de acordo com os sintomas, e um esclarecimento das autoridades sobre a forma de diagnosticar dos médicos, que leva em conta muitos fatores.

Da mesma forma, leis, quando cumpridas pelas instituições, podem salvar muitas vidas. Todavia, elas não são praticadas pelos cidadão e nem fiscalizadas para verificar a execução de forma verídica pelos estabelecimentos que vendem drogas, na maioria das vezes, sem receita médica, levando o consumidor a não procurar ajuda de um especialista para tratar as enfermidades tomando como verdade o que foi pesquisado pelo Google.

Em síntese, é mister que a orientação e as leis podem amenizar o quadro atual. Para a minimização dos problemas decorrentes, urge que o Ministério da Saúde crie, por meio de verbas governamentais, campanhas publicitárias nos veículos de comunicação que incentive a procura de médicos e advirtam os cidadãos dos riscos para a saúde, sugerindo ao telespectador criar o hábito de ingerir apenas remédios receitados e não utilizar a internet para serviços clínicos. Somente assim será possível diminuir a automedicação, além de promover a área da saúde com o aumento das consultas e a diminuição dos efeitos colaterais de drogas sem autorização de um especialista.