Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 17/08/2020

Pensando no mundo tecnológico em que vivemos, além de mudanças facilitam o nosso cotidiano, também há alguns problemas ocasionados por essas inovações, esse é o caso da Cibercondria. Essa doença traz um medo excessivo e não realista que algumas pessoas manifestam de ter algum sintoma ou condição de saúde que pode ameaçar a vida delas que ainda não foi diagnosticada. Com isso a pessoa tem que filtrar o que está pesquisando e também saber que nem tudo que estar no Google é verdade.

Com essas facilidades de acesso e variedade de informações disponíveis, muitas pessoas tendem de acreditar na internet e acabam se preocupando com a possibilidade até de ter uma doença terminal. E o grande problema é que essas buscas geram ansiedade e medo desnecessário nessas pessoas. Fora isso quando elas procuram um médico para fazerem o diagnóstico tendem a duvidar do profissional se o resultado for diferente daquele apresentado na internet.

O grande problema dessa doença são as pessoas que não procuram a ajuda de um profissional ou, quando procuram preferem acreditar na internet, se tornando uma pessoa hipocondríaca. Mas se a pessoa continuar acreditando mais na internet do que no profissional, nesse caso é necessário acompanhamento psicológico por exemplo. Além disso a indústria farmacêutica quer vender e faz propaganda de remédios milagrosos para vários problemas, por isso que as pessoas só devem tomar remédios indicados pelo médico.

A Cibercondria é uma doença perigosa e tem que ser combatida. Ela pode ser combatida por vários fatores, como o Google dar uma filtrada nos sites assim ajudando as pessoa, o governo fazendo propagandas mostrando os malefícios da doença e fazendo que elas acreditem mais nos profissionais, também sistema de saúde fosse mais ágil e o médico trazer mais confiança para o paciente. Com isso, as pessoas não ficaram mais acreditando em sites falsos e não criariam paranoias.