Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 19/08/2020
Nos dias de hoje, a tecnologia vem se aprimorando cada vez mais e com traz certas consequências e hábitos desenvolvidos pelas pessoas que utilizam essas tecnologias, tais como os navegadores de pesquisa rápida do Google ou de outras plataformas digitais. Alguns hábitos são benéficos e alguns nem tanto, um exemplo de hábito que pode atrapalhar a vida cotidiana de uma pessoa que faz uso dos meios de pesquisa é o imediatismo, muito presente nos dias de hoje.
O imediatismo traz diversas consequências relacionadas a tudo que se pode imaginar, mas um caso específico e um pouco mas perigoso e prejudicial é o cybercondria. Esse é um hábito de se alto medicar por informações muitas vezes duvidosas encontradas em sites não licenciados o que pode acarretar num uso de medicamentos impróprios para a real situação em que se encontra o paciente.
Nesse período de quarentena, essa prática acaba por se tornar ainda mais comum por conta do isolamento, onde as pessoas buscam soluções mais acessíveis e rápidas sem sair de casa sem isso muito prejudicial, tanto para a pessoa que busca a informação nos sites quanto para seus familiares, pois essa pessoa pode recomendar medicamentos que vão causar sérios distúrbios na saúde por não terem sidos indicados por um médico ou enfermeiro aptos.
Portanto, a cybercondria é um problema mais comum nos dias de hoje do que em qualquer momento antes visto por conta do imediatismo e o acesso a informação rápida. Deve-se evitar ao máximo fazer esses tipos buscas irresponsáveis e entrar em contato com um profissional na área da saúde, seja por atendimento via home-office, muito comum nos tempos de hoje ou por meio presencial, mas nunca de forma imprudente.