Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 21/09/2020
O hábito de pesquisar diagnósticos médicos na Internet é muito comum, porém, hoje em dia, os riscos de pesquisar no “Doutor Google” são muitos, pois os médicos são mais precisos e qualificados para identificar doenças e podem localizar rapidamente o foco do problema. ; Esse tipo de “anamnese” incorreta levará a um tratamento pessoal incorreto e ao conceito predeterminado de doença pelo paciente.
Basicamente, a cibercondria gera o uso de drogas sem consultar um médico. A consulta no “Doutor Google” vai gerar um falso conhecimento no indivíduo, fazendo-o acreditar que tem uma determinada doença e tomar medicamentos por conta própria; portanto, isso pode causar sérios problemas de saúde e agravar os problemas iniciais.
Além disso, o conceito pré-determinado da doença pelo paciente torna difícil o diagnóstico e causa ansiedade no paciente. Após consultar os sintomas e possíveis causas na Internet, a pessoa pensa no prognóstico, o que a deixa ansiosa com a doença que se pensa ter, mas o diagnóstico na Internet costuma estar errado e o problema é facilmente resolvido.
Portanto, é essencial que medidas devem ser tomadas para resolver o impasse. A consciência social é extremamente importante para reduzir a cibercondria, portanto, os países implementadores devem formular medidas para lembrar as pessoas sobre os riscos da busca por sintomas de doenças na Internet. Diante dessa situação, será necessária a quarta força da sociedade: a mídia. Deve produzir anúncios que alertem sobre o problema e seus riscos para o cidadão, além disso, o MEC deve realizar palestras nas escolas para manter e proteger a saúde das pessoas.