Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 21/09/2020
É fato que a internet é um dos meios mais utilizados para comunicação, lazer, marketing entre outros. Devido a essa facilidade de acesso nas plataformas digitais, o vicio se torna algo mais frequente na vida das pessoas. É um assunto de suma importância e que deve ser discutido por toda população mundial.
Em primeira analise, estamos diante de um grande fenômeno o qual permite acesso a informação global, aprendizado cultural, política, lazer, relacionamento social e profissional. Diante de tanta facilidade é certo que existam pontos negativos que precisam ser tratados. São utilizadas também para agressões verbais, difamações que causam constrangimento a vitimas desses abusos. Afeta também jovens e crianças que possuem dependência de jogos causando assim a cibercondria.
Em segunda analise, observa-se que o vicio nos meios sociais vem se conectando a profissionais da saúde, a cada 10 brasileiros, 8 se auto medicam por conta própria, o que é contra indicado pelos profissionais na área da saúde. A automedicação é praticada por 79% dos brasileiros com mais de 16 anos. É o que revela pesquisa do ICTQ (instituto de pós-graduação para profissionais do mercado farmacêutico), feita em setembro deste ano, em 129 municípios das cinco regiões do país. Para o cardiologista Marcos Vinícius Gaz, do Hospital Israelita Albert Einstein, o fácil acesso é uma das razões para o uso indiscriminado de remédios no Brasil.
Sendo assim. é notório que a cibercondria precisa ser tratada e controlado. Para que isso seja possível, é necessário atenção de pais e educadores o controle do acesso a internet de crianças de adolescentes, limitando suas buscas nas mídias sociais. Também é preciso atenção do governo para limitar acesso fácil a medicamentos, assim sendo impondo leis que necessitam de receita médica para devidos medicamentos que possuem alta dosagem, diminuindo as chances da automedicação das pessoas.