Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 21/09/2020

Em uma das frases executada por Adelle Davis, uma autora, e considerada melhor nutricionista do século XX, “O ser humano pode construir uma saúde boa ou produzir suas próprias doenças”. Devido aos avanços tecnológicos, as pessoas preferem  autoavaliar-se com ajuda de plataformas digitais, como Google, pois é muito mais fácil do que pagar uma consulta com um especialista, mas isso pode acabar gerando doenças, como a Cibercondria, e novos perigos.

Primeiramente, muitos, no Brasil, não tem como pagar por um plano de saúde, ou pagar por uma consulta, e acabam por consultar a internet, onde acham que encontrarão uma resposta e uma solução viável aos seus sintomas, mas elas não sabem que várias doenças possuem os mesmos sintomas e acabam comprando remédios sem consulta médica.

Ademais, para muitos a automedicação pode ser vista como solução, porém é perigosa. Uma pesquisa realizada pelo Conselho Federal aponta que cerca de 25% dos brasileiros se automedica uma vez no mês, ou uma vez por semana. A falta de conhecimento sobre  medicamento pode gerar alergias, ou até mesmo esconder sintomas de uma possível doença.

Deve-se ter em mente o quão prejudicial isto é perante a sociedade, atitudes efetuadas pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), junto com Ministério da Saúde responsável pelo setor de planos de saúde no Brasil possam tornar o preço dos mesmos acessíveis a todos. Já o governo junto com a mídia devem investir na criação de propagandas informando os perigos da Cibercondria e explicar corretamente os perigos da automedicação, para que, assim, as pessoas deixem de acreditar em tudo no que leem na internet, sobre doenças e sintomas, e passem a procurar mais ajuda médica.