Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 22/09/2020
Hordienamente, as tecnologias são os principais meios de comunicação, trabalho, estudo, diversão usados, muitas das pessoas que desfrutam desses meios são facilmente influenciados, sendo levados a acreditar em doenças e coisas que podem ser totalmente o oposto do que se trata, essa é a cibercondria. No momento em que se passa uma pandemia que não se é seguro ir ao hospital a pessoa doente recorre a outros meios de se autodiagnosticarem como a internet.
Mormente, a cibercondria teve inicio em 2000, e é caracterizado por síndrome da pesquisa na internet, seguindo a BBC que reportou médicos que estavam lidando com esses casos. Ler sobre algum tipo de doença, e por ventura começar apresentar seus sintomas pode ser um sinal de cibercondria, o que é um risco para a própria saúde, pois com a desconfiança da doença a automedicação é um risco. Segundo um estudo de Ryen White e Eric Horvitz publicado no Journal da Association for Computing Machinery’s Transactions on Information Systems (ou TOIS), referiu-se à cibercondria como: “O aumento infundado da preocupação sobre a sintomatologia, baseada na revisão dos resultados de pesquisa e literatura na Web.”
Outrossim, a cibercondria é uma grande preocupação porque quando se tem a hipótese de estar com determinada doença a preocupação aumenta, que pode acarretar dores de cabeça, dores musculares, as crises de ansiedade acabam se tornando mais um problema. Segundo um estudo feito na Universidade de Baylor nos EUA, 8 em cada 10 pessoas que tem acesso a internet passam pela cibercondria, por praticidade e mais fácil acessibilidade.
Em virtude dos fatos mencionados, é mister que a Organização Mundial da Saúde (OMS), juntamente com o Ministério da Saúde e inovem as formas de atendimento virtual as pessoas que precisam, com profissionais a disposição de forma que seja uma consulta consciente e regularizada, para que a tecnologia crie contornos para velhos e graves problemas.