Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 22/09/2020

Hodiernamente, muito se discute, sobre a cibercondria: a doença da era digital. Esse tema vem sendo bastante discutido pelo fato de que varias pessoas são afetadas por essa doença que consiste em usar remédios sem prescrição medica ou seja a automedicação, muitas pessoas fazem isso pela influencia de alguns influenciadores digitais que mostram ao seu público um remédio que está usando e com isso o seu público compra esse remédio achando que pode tomar sem antes consultar o médico.

Em primeiro lugar vale lembra que, para o cardiologista Marcos Vinícius Gaz, do Hospital Israelita Albert Einstein, o fácil acesso é uma das razões para o uso indiscriminado de remédios no Brasil. O índice de quem admite tomar remédio sem prescrição médica chega a 91% na faixa etária de 25 a 34 anos. Esse índice tem que ser diminuído de alguma forma pois muitas pessoas que praticam a automedicação tem problemas de saúde e podem até morrer por isso.

Na série “Dr. House” é retratado o médico Gregory House, que toma remédios adquiridos de forma fácil e ilegal na farmácia do hospital devido à sua influência. De acordo com o tema abordado na série, no mundo não ficcional as pessoas conseguem remédios sem prescrição médica, ou seja, com o auxílio farmacêutico, principalmente em países subdesenvolvidos. Existe essa facilidade em de compra em países subdesenvolvidos pelo fato de que os vendedores precisarem de dinheiro então eles não se importam em vender sem a prescrição médica.

De acordo com os fatos citados acima sabemos que a orientação e as leis podem amenizar o quadro atual. Para a minimização dos problemas decorrentes, urge que o Ministério da Saúde(MS) crie, por meio de verbas governamentais, campanhas publicitárias nos veículos de comunicação que incentive a procura de médicos e advirtam os cidadãos dos riscos para a saúde, sugerindo ao telespectador criar o hábito de ingerir apenas remédios receitados e não utilizar a internet para serviços clínicos.