Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 22/09/2020
Muito se discute sobre Cibercondria: a doença da era digital. Na série “Dr. House” é mostrado o médico Gregory House, que toma remédios adquiridos de forma fácil e ilegal na farmácia do hospital devido à sua influência. Juntamente a essa temática abordada na série, no mundo não ficcional as pessoas conseguem remédios sem prescrição médica, ou seja, com o auxílio farmacêutico, principalmente em países subdesenvolvidos, surgindo assim a cibercondria, a doença da era digital pós-revolução industrial.
Em primeiro lugar, a necessidade de uma maior orientação para as pessoas, fica bem evidente, assim como o cumprimento das leis existentes. É importante destacar que, decorrente da falta de orientação sobre as novas tecnologias as famílias não sabem sobre os prejuízos quando essas são utilizadas de forma errada para cuidar da saúde. Dessa forma, fica evidente que a taxa de 79% da população que pratica a automedicação -pesquisa do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ)-, só tende a crescer nos próximos anos.
Em segundo lugar, devido ao maior acesso à rede, deve ocorre um maior controle sobre o acesso às pesquisas na internet, de acordo com os sintomas, e um esclarecimento das autoridades sobre a forma de diagnosticar dos médicos, que leva em conta muitos fatores. Leis, quando cumpridas pelas instituições, podem salvar muitas vidas. Todavia, elas não são praticadas pelos cidadão e nem fiscalizadas para verificar a execução de forma verídica pelos estabelecimentos que vendem drogas.
Em síntese, é mister que a orientação e as leis podem amenizar o quadro atual. Para a minimização dos problemas decorrentes, é preciso que o Ministério da Saúde(MS) por meio de verbas governamentais crie campanhas publicitárias nos veículos de comunicação que incentive a procura de médicos e advirtam os cidadãos dos riscos para a saúde, sugerindo ao telespectador criar o hábito de ingerir apenas remédios receitados e não utilizar a internet para serviços clínicos.