Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 22/09/2020
De acordo com o Endici, Enciclopédia Discursiva da Cidade, na cibercondria, indivíduos preocupados com sua saúde, pesquisam na internet informações sobre os sintomas que estão sentindo. A cibercondria, também conhecida como “A tendência de o usuário acreditar que tem todas as doenças sobre as quais leu na internet”, é uma doença muito comum nessa era virtual.
Segundo o site de notícias R7, no Brasil, o índice de pessoas que usam o Google como primeira fonte de informação médica é de 26%, enquanto 35% recorre a um médico. Isso indica que um quarto da população brasileira prefere pesquisar no Google informações sobre seus problemas de saúde antes de procurar um médico. A explicação para esses índices, dada por Fabiana Kawahara, é que mais de 70% da população brasileira não possui planos de saúde.
Considerando o que foi dito, pesquisar sobre sintomas parece ser algo incorreto. Mas não é bem assim. Páginas com temáticas médicas servem como fonte de informações. O problema é que há casos em que usuários usam essas páginas como diagnósticos médicos.
Para conscientizar pessoas com cibercondria, cabe à mídia deixar claro em suas páginas virtuais que seu objetivo é apenas informar, e que não pode ser utilizada como diagnósticos, substituindo atendimentos médicos. Assim os casos de cibercondria reduziriam em todo o mundo.