Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 22/09/2020
a doença da era digital, vê-se que ela se tornou uma realidade no Brasil, principalmente por causa da facilidade com a qual alguém pode se consultar por meio de uma pesquisa na web, podendo muitas vezes causar um agravamento da situação que se encontra a pessoa. Este problema tem maiores índices em pessoas com ansiedade, assim é necessário ver como elas contribuem para a persistência desse problema na sociedade. A prioridade, convêm ressaltar o quanto as pessoas com ansiedade contribuem para existência da questão, pois elas tem dificuldades em lidar com a espera de um atendimento e buscam meios mais rápidos, como a internet, livros, ou até mesmo o senso comum de pessoas em forma de “achismos” para procurar com qual enfermidade ela possa estar, assim ela se automedica sem antes passar por algum especialista da área, podendo assim agravar os sintomas. É indiscutível que a facilidade para se fazer uma consulta rápida na internet corrobora para a permanência desse problema, isso porque as pessoas buscam informações fáceis dadas pelo “Dr.Google”, e optam por um diagnóstico em sites e redes sociais, isso foi comprovado segundo o site G1 no PISICOBLOG, que argumenta sobre o fato dos “cibercondrianos” terem compulsão em pesquisar medicamentos para eles. Logo, não é viável que esse problema persista, uma vez que essa questão possa interferir no desenvolvimento socioeconômico. Dessa forma, é essencial que o Ministério da Saúde, que tem como função de oferecer a promoção, proteção e recuperação da saúde da população, promova em locais públicos como praças, auditórios e ambientes escolares, debates sobre os perigos da cibercondria com a ajuda de especialistas, principalmente psicólogos e agentes de saúde que auxiliam na mudança de comportamento do indivíduo, a fim de conter questões como a consulta virtual e, assim, construir uma sociedade que busca atendimento médico para seu bem-estar.