Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 22/09/2020
A terceira revolução industrial ocorrida em meados do século passado caracterizou-se pela inovação no campo da informação, uma das principais conquistas da Internet. Portanto, na contemporaneidade, é possível perceber diversas mudanças de comportamento na sociedade na Internet. Dessa forma, a cibercondria é o resultado dessas mudanças e se caracteriza por doenças da era digital. Diante disso, essa situação ilustra que uma sociedade tem acesso à Internet, o que se confirma no processo de tomada de decisão, e também ecoa a falta de compromisso moral nas relações que permeiam a realidade.
Pela facilidade de acesso à Internet e às informações, além das ideias postas no Google (e outras redes de busca), as pessoas também são ingênuas sobre qualquer conteúdo que apareça ao realizar uma pesquisa, ferramenta que coleta apenas informações de vários sites. O assunto pode estar errado.
Posteriormente, vale ressaltar que um dos principais fatores de risco proporcionados pela cibercondria é a automedicação, atitude que pode levar ao retardo no diagnóstico correto e até mesmo ao desenvolvimento de microrganismos insensíveis aos medicamentos, mas segundo o Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade De acordo com o comunicado, 40% da população brasileira faz autodiagnóstico pela internet, enquanto 70% faz automedicação.
No entanto, essas informações sobre drogas e informações detalhadas sobre doenças que induzem as pessoas a tomarem drogas por conta própria devem ser supervisionadas pela agência estadual da polícia federal responsável por má conduta cibernética, emitindo uma declaração para o proprietário do site solicitando, se apropriado, Nesse caso, a reformulação do conteúdo e a expressão da frase são: “Procure um especialista. Este conteúdo é apenas para referência e não pode substituir a consulta médica.” Ao final de cada artigo sobre questões de saúde.