Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 27/09/2020

O avanço da tecnologia e internet tem facilitado muito a vida da atual população, concedendo uma maior rapidez e agilidade na obtenção de resultados das pesquisas feitas, principalmente na questão médica, onde se procuram diagnósticos e medicamentos para seus respectivos sintomas, no entanto, apesar de seus benefícios o mesmo pode também causar falsas ou más interpretações levando consequências para o usuário.

A economia de tempo e a falta de auxílio para consultas com médicos especializados e qualificados fazem com que a automedicação seja praticada por cerca de 76,4% da população brasileira, segundo um levantamento realizado pelo Instituto de Ciência Tecnologia e Qualidade (ICTQ), portanto, é preciso ter cautela, pois uma dose de um medicamento errado pode potencializar o problema, causar reações alérgicas ou em casos mais graves até a morte.

A sensação de alívio preliminarmente, na espera de que após o uso da medicação tudo se resolva, é real, entretanto, por seguinte poderá ocorrer problemas a longo prazo, por este motivo é de suma importância de  se certificar que o produto sendo manipulado e usado seja o correto.

Diante dos fatos abordados infere-se que é dever do Governo Federal juntamente com o Ministério da Saúde promover ajudas e consultas  médicas online e presencial, com pessoas qualificadas e em plataformas seguras, sendo assim, uma maior parcela da população terá acesso a informações legítimas e confiáveis e é de grande importância também, banir e derrubar sites que passam falsas mensagens, evitando complicações e fazendo com que o povo tenha mais saúde e com um melhor atendimento.