Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 22/09/2020
Ao contrário do que muitos acreditam, a cibercondria se torna uma temática muito irrelevante nas discussões do cotidiano brasileiro. Como por exemplo na série “Dr. House” apresenta aspectos análogos correlativos a esse teor, retratando um médico que consegue fácil acesso de remédios sem prescrição, a pretexto de sua preponderância, surgindo assim a cibercondria, principalmente em país subdesenvolvidos como o Brasil.
Em consequência disso, vê-se, a todo instante pessoas se auto diagnosticando em suas próprias casas, através da internet, em causa do mesmo por falta de conhecimento o diagnóstico acaba não sendo preciso, e gerando consequências rarefeitas ou até mesmo severas. De acordo com a pesquisa da “ICTQ” a automedicação é feita por 79% da população brasileira com 16 anos pra cima.
A cibercondria gera mais efeito em pessoas que possuem ansiedade, e a quem já sofre de hipocondria, que no geral são aqueles que tem pensamentos compulsivos e preocupação excessiva da sua saúde. Isso ocorre pois na busca de sua doença, acaba surgindo milhares tipos de doenças, gerando mais ansiedade, e por fim acarretando em pensamentos obsessivos e preocupantes.
Em vista dos argumentos apresentados, pode-se citar um documentário da Netflix “Diagnóstico” que exprime a ideia de pessoas que tem alguma doença não reconhecida pelos médicos, e conhece outras que tem a mesma identificação, achando uma solução para o seu problema, através de sites, ou grupos em redes sociais, dirigidas por órgãos públicos da saúde. Dessa forma, seria uma maneira mais rápida de conseguir informações da sua saúde, mas sempre acompanhada de um médico para poder instruir a pessoa da maneira correta de se lidar, e não ejetado remédios de maneira compulsória.