Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 22/09/2020
Indiscutivelmente, o mundo vem a anos convindo com um desenvolvimento cientifico e digital. As novas tecnologias proporcionaram a todos uma vivencia e lazer no conforto de sua casa graças a internet a partir de meios como os computadores. No entanto, acabaram trazendo problemas para os usuários mais viciados com um dos mais perigosos sendo a cibercondria.
O ato de se alto-diagnosticar não é recente na sociedade, é um problema frequente no qual muitas pessoas sofrem até mesmo diariamente. Acabou que a internet intensificou muito mais isso pela facilidade encontrada nas pesquisas. Com poucos cliques, diversas informações aparecem, isso, por um lado, é muito bom entretanto para os creem em tudo que veem pode ser um problema, para se ter uma ideia, 8 em cada 10 pessoas possuem o habito de se alto diagnosticar segundo a ICTQ.
Um dos maiores exemplos que temos da cibercondria é a típica pesquisa rápida no Google, basta a pessoa sentir uma leve dor de cabeça que já vai pesquisar para saber se esta doente. Sem consultar um medico, a pessoa faz a pesquisa e acaba por concluir o pior, isso foi confirmado por um estudo da Microsoft realizado em 2008. Isso faz com que esses cibercondríacos se sintam ansiosos com o seu falso estado podendo ficar deprimidos e afetados por algum estresse.
Analisando todos os dados apresentados, é necessário que campanhas de prevenção sejam executadas pelo ministério da saúde a fim de mostrar aos indivíduos os malefícios existentes na automedicação a partir de meios como a internet e mostrar a inexatidão dos mesmos. Essa campanha pode ser promovida por escolas e instituições com o apoio do ministério da educação que propagarão as informações para que cheguem a todos. Dessa forma, os usuários se desprenderam da internet e buscaram as informações verdadeiras.