Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 22/09/2020
Uma sociedade que se adapta às doenças não é sinal de saúde. Nesse sentido, o problema do raquitismo online é uma prática que possibilita às pessoas usar a Internet para se autodiagnosticar sua saúde, lamentavelmente, isso pode ser percebido no cotidiano, prática que estimula a reflexão e a resposta social. O desafio dessa questão, portanto, é razoável apontar que além de países com gestão administrativa ineficiente, o Estado não apenas realiza de imediato parte das ações da sociedade moderna, mas também colabora para a continuação desse retrocesso.
Em primeira instância, cabe reconhecer, como reconhecer, como propulsor desse quadro, o Governo do estado. Decerto, vale ressaltar que é comum que pessoas com transtornos de ansiedade busquem a automedicação, pois na maioria das vezes não querem enfrentar a fila de espera para passar por um especialista e então busca na internet, livros formas de se tratar sozinha,por ser mais fácil e rápido. Ela então ela pode tomar medicamentos sozinha, sem primeiro passar por um especialista na área, o que pode intensificar alguns sintomas. Prova disso é, que de acordo com matéria do portal UOL de abril de 2018, pode-se comprovar que 37% dos brasileiros que usam a rede ter estudado os sintomas e chegaram a doença que suspeitavam ter na época.
Em segundo lugar, a consulta virtual é a força motriz da medicina virtual. Isso porque as pessoas buscam informações facilmente disponíveis na Internet e optam por diagnosticar em sites e redes sociais, o que é comprovado pelo Site G1 do PSICOBLOG que comprova que o “Cibercondriacos” terem a compulsão em pesquisar medicamentos para eles. Portanto, não é viável a persistência desse problema, porque pode interferir no desenvolvimento socioeconômico.
Dessa forma, é imprescindível que a função do Ministério da Saúde seja exercer a função de promover, proteger e restaurar a saúde da população, promovendo publicidade em locais públicos como praças, auditórios e ambientes escolares, debates sobre os perigos da cibercondria com a ajuda de especialistas, principalmente de psicólogos e agentes de saúde que auxiliam na mudança comportamental do indivíduo, a fim de amenizar problemas como as consultas virtuais, construindo uma sociedade que busca serviços médicos de saúde em prol do se bem-estar.