Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 22/09/2020
É fato que desde os primórdios o homem busca ferramentas para facilitar o seu trabalho, e é inegavel que os avanços causados pela Internet substituíram muitos outros serviços e facilitaram nosso dia a dia. Trazendo informações de maneira rápida e de fácil acesso, mas até que ponto as informações buscadas são seguras e não causam danos a saúde do usuário?
O SUS (sistema único de saúde) além da demora para fornecer atendimento, quanto para marcar consulta com especialistas o paciente fica a merecer de um sistema de saúde que não funciona, é uma perda de tempo que segundo Benjamin Franklin, “é dinheiro”. Contudo, é muito mais fácil pesquisar no Google características dos sintomas. Mas não tem como filtrar o que realmente é verdade na Internet, então a probabilidade de se obter um diagnóstico falso e grande, e consequentemente se medicar de forma incorreta. Os riscos da autoedicação são altos, podendo causar reações alérgicas, dependência e até a morte.
A Organização Mundial da Saúde (OMS), deveria investir em tecnologias que os médicos consigam atender uma maior demanda de pacientes via Internet, assim facilitando o acesso de todos a saúde pública. Em casos mais graves o próprio médicos pode encaminhar o paciente para o hospital, dessa forma evitará a super lotações e o atendimento será mais justo e rápido.