Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 26/09/2020

Com a chegada da internet, pesquisar sobre doenças e o tratamento das mesmas sem ir a uma consulta com um profissional especializado está se tornando um hábito crescente. visto que a maior parte das pessoas não têm tempo para ir ao médico e em outros casos dependem do SUS (Sistema Único de Saúde).

Visto isso uma pesquisa foi feita pela comissão de saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aponta que um paciente do SUS (Sistema Único de Saúde) leva em média 493 dias para ser atendido. Ao passo que pesquisar na internet se torna a opção mais acessível, naturalmente pessoas que recorrem a essa opção acabam por não se atentando aos riscos do autodiagnóstico.

Em virtude disso o aumento do automedicam vem aumentando cada vez mais com o passar do tempo. Segundo uma pesquisa feita pelo instituto de pós-graduação para profissionais do mercado farmacêutico 79% dos brasileiros com mais de 16 anos praticam a automedicação. E com o fácil acesso a remédios no Brasil a cibercondria piora gradativamente.

Portanto cabe ao Ministério da Saúde, que tem como função de oferecer a proteção e recuperação da saúde da população, por meio de planos e políticas públicas, destinar verbas para as unidades de saúde a fim de atrair mais profissionais, diminuindo a lista de espera. Além de aumentar a prescrição de certos remédios que tem efeitos colaterais perigosos com a finalidade de dificultar o uso indiscriminado de remédios. Dessa forma busca-se diminuir a cibercondria a doença da era digital.