Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 27/09/2020
Com a revolução tecnológica, se tornou muito fácil o acesso a todos os tipos de informações. O excesso de informação acaba prejudicando a saúde, de modo que as pessoas estão se automedicando e se autodiagnosticando através de uma simples pesquisa pela internet. É importante ressaltar que a cibercondria é um tema que vem sendo debatido no Brasil atualmente, visto que 26% da população brasileira fazem autodiagnósticos médicos pela internet. Esses são dados da pesquisa feita pelo Google em 2019.
Na série “Dr. House” é retratado o médico Gregory House, que toma remédios adquiridos de forma fácil e ilegal na farmácia do hospital devido à sua influência. Afim a essa temática abordada na série, no mundo não ficcional as pessoas conseguem remédios sem prescrição médica, ou seja, com o auxílio farmacêutico, principalmente em países subdesenvolvidos, surgindo assim a cibercondria, a doença da era digital pós-revolução industrial. Junto a isso, fica clara a necessidade de uma maior orientação para a comunidade, assim como o cumprimento das leis existentes.
Desse modo, utilizar um medicamento sem a prescrição médica pode “mascarar” alguma patologia. Geralmente, quando o corpo humano manifesta algum sintoma como dor de cabeça ou febre, significa que algo não está funcionando como deveria. Nesse sentido, ao fazer o uso de medicamentos para esses sintomas, as pessoas podem estar apenas resolvendo no momento e escondendo algo grave que pode estar se formando. De acordo com o físico inglês Isac Newton, “para toda ação existe uma reação”, então, a utilização incorreta de medicamentos, além de não curar definitivamente uma doença, pode causar outras problemáticas, como lesionar o fígado pelo excesso de substâncias químicas.
leitor a marcar consultas e não se autodiagnosticar.
Portanto, que o Ministério da Saúde deve elaborar sites desenvolvidos por médicos, que contenham informações sobre saúde e tratamento de doenças. E que principalmente estimule o leitor a marcar consultas. e o nãse autodiagnosticar.