Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 06/10/2020

No documentário, “Dilema das redes sociais”, produzido pela Netflix, é debatido, entre especialistas, os principais problemas do avanço da internet sem fiscalização. Sendo assim, os debatedores concluiram que desterminados assuntos, conduzidos sem prudência, tornam-se grandes reveses. Diante disso, é evidente que, no Brasil, os aplicativos de socialização, usados de forma errônea, contribuem para o aumento de problemas físicos e mentais, como a hipocondria. Portanto, é necessário dizer que isso é fruto de conteúdos sem fundamentos científicos na internet, junto com a escassez de informações sobre muitas doenças.

Em premeiro lugar, é importante discutir sobre notícias falsas que estão no meio digital. Segundo o filósofo, Zygmund Bauman, as relações, no mundo contemporâneo, estão ficando mais superficiais, e cada vez mais inconssistentes. Desso modo, é muito comum observar, no país, pessoas viciadas que não solicitão, sequer, a opnião de um médico para consumir determinados remédios. Isso acontece, pois, no mundo cybernético, os usuários tendem a confiar em qualquer artigo. Contudo, muitas dessas informações não cumprem com a verdade.

Por conseguinte, a falta de conteúdos, sobre algumas doenças, é um empecilho para a saúde popular. Em 2020, com o ploriferação do Covid-19, a sociedade brasileira enfrentou um grande desafio, a proteção ao bem estar do corpo e da mente do brasileiro. Pelo fato da medicina não ter muitas informações sobre o virús, pessoas começaram a se auto-medicar, ultizando remédios como, por exemplo, a hidrox cloroquina e diversos vermíferos. Diante dos poucos conhecimentos, sobre o virús, uma parcela da população começou a desenvolver problemas emocionais, como a hipocondria.

Logo assim, o combate a notícias tendenciosas, junto com a disponibilidade de informações ,sobre doenças, no meio digital, deve ser prioridade. Isso posto, o Governo, por meio de parcerias com as demais empresas de aplicativos, deve desenvolver um algoritimo para identificar notícias não verdadeiras. Essa medida irá manter os usuários das redes longe do alcance de qualquer conteúdo tendencioso que ameasse a saúde pública. Outrossim, o Ministério da Sáude deve promover palestras, em todas escolas públicas e nas muitas regiões periféricas do país, que expliquem, de maneira didática, formas de prevenções corretas para enfermidades contagiosas. Com essas políticas públicas, o Brasil se tornará mais saúdavel e consequentemente mais próspero.