Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 24/10/2020

A guerra fria, foi um movimento em que possibilitou o avanço tecnológico em todo o mundo. Cogita-se que, o acesso a esses meios vem sendo mais facilitado, podendo qualquer pessoa obter este meio, sendo para cada indivíduo maléfico ou benéfico. Diante desta perspectiva, cabe a população, políticos e pensantes, avaliarem os fatores que favorecem o quadro supracitado.

Pode-se mencionar, que a tecnologia vem se desempenhado cada vez mais. Consta-se que, o acesso à internet facilitou muito a busca por várias coisas, como, a saúde, no qual qualquer pessoa pode agendar uma consulta, pedir um medicamento sem sair de casa e em qualquer lugar, sendo benéfico a este.

Além disso, a utilização da internet também é usada de forma inadequada. A priori, o excesso de informações descabidas, por exemplo, pesquisas médicas, auto diagnósticos, virou um problema para a população. O site de pesquisa Portal T5, abordou que, a cada 10 brasileiros, 8 se auto medicam por conta própria, e também interrompem tratamentos, somente com buscas na internet, julgando ser bom para ela, podendo ocasionar reações adversas e até  morte do indivíduo. O filósofo Heráclito de Éfeso afirma, ``Nada é permanente, salvo a mudança´´. Esta frase se enquadra ao estorvo, pois, se as pessoas tiverem  consciência dos risco que a auto medicação e diagnósticos podem causar, este impasse seria amenizado.

Portanto, faz-se necessário medidas exigíveis  para que essa adversidade possa ser abrandada. É preciso que, o Ministério da Saúde, promova campanhas abordando o assunto, por meio de mídias televisivas e redes sociais, sendo essas os meios de comunicação mais utilizados, mostrando as pessoas os maléficos que a cibercondria pode causar a saúde dos que a praticam. Para que enfim, esta óbice  possa reduzir cada vez mais.