Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 04/11/2020
A cibercondria, a doença da era digital, é um tema relevante a ser discutido. Percebe-se que a internet tem revolucionado a vida de muitas pessoas, mas muitos passaram a utilizar a internet de forma errada como para se automedicar. Assim, são necessárias medidas para resolver o problema. Com efeito, a cibercondria deve-se não só à ignorância popular, como também à falta de investimento governamental em saúde pública.
Em primeiro lugar, vale ressaltar o efeito que a ignorância popular tem na cibercondria. Consoante ao pensamento de Marcus Cicero, a ignorância é a maior enfermidade do gênero humano. Nessa perspectiva, poucos brasileiros sabem os efeitos colaterais da automedicação e continuam a praticar o ato, o que gera efeitos devastadores depois como o aparecimento da doença de forma mais intensa. Dessa forma, são necessárias medidas para que a ignorância popular diminua.
Ademais, a cibercondria deve-se também à falta de investimento em saúde pública. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), o Brasil é o terceiro país que menos investe em saúde pública. Tal cenário contribui para a precarização do sistema de saúde público e que muitos optem pela automedicação e, assim, se prejudicam futuramente. Desse modo, é necessário que haja investimento em saúde pública.
Impende-se, portanto, que o problema da cibercondria seja resolvido. Nesse sentido, cabe ao governo, por meio de verbas arrecadadas por impostos, criar um programa que aumente os investimentos em saúde pública. Esse programa será executado por intermédio de um projeto de lei que determinará destinar um bilhão de reais aos hospitais públicos brasileiros para que sua estrutura melhore. Tal projeto será encaminhado ao Senado Federal para ser aprovado. Destarte, o sistema de saúde público melhorará e as pessoas irão parar de buscar a automedicação. Somente assim, a ignorância prevista por Marcus Cicero deixará de assolar o território brasileiro.