Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 02/12/2020
Com o advento da internet no século XXI, a sociedade passou a ter acesso a diferentes tipos de informação. Por este ângulo, percebe-se que esse acesso a informação tem se tornando um problema de saúde para o Brasil, visto que uma parcela da população está se autodiagnosticando por meio da internet e evidencia a cibercondria. Nesse contexto, há dois fatores que devem ser discutidos a fim de esclarecer a sociedade sobre á carência de resolução, que é a ansiedade pessoal e a automedicação.
Deve-se pontuar, de início, que a ansiedade pessoal é a principal causa da hipocondria digital, a qual o brasileiro tem a necessidade de pesquisar qualquer sintoma na internet, tornando-se hipocondríaco digital. De acordo com dados do (ICTQ) Instituto de ciência, tecnologia e qualidade, 40% dos pacientes fazem auto diagnósticos pela web, ou seja, percebe-se que a impaciência de uma parcela da população mediante ao dia dia e a falta de tempo a fazem pesquisar seus sintomas na rede. Sendo assim, é inegável que essa ansiedade pessoal é um influenciador da problemática e isso precisa ser revertido.
Vale ressaltar, também, que a hipocondria digital tem como consequência a automedicação, visto que ao pesquisar seus sintomas online a pessoa começa a fazer uso de remédios sem prescrição médica e a pessoa desenvolve dependência químicas e distúrbios. A titulo de exemplo, podemos citar o documentário americano Take Your Pills , que retrata jovens que ao pesquisar na internet seus sintomas fazem uso indiscriminados de remédios e desenvolvem dependência e distúrbios. Dessa forma, como é retratado no documentário a automedicação é sim uma consequência da hipocondria digital e precisa ser revertida.
Portanto, cabe ao Governo Federal em conjunto ao Ministério da Saúde faça campanhas sobre os ricos da cibercondria, por meio das redes sociais(Facebook,Twitter,Instragram), afim de reduzir os casos de cibercondria. Além disso,cabe a Anvisa intensifique a fiscalização de venda s de remédios sem prescrição médica, por meio de políticas de multas.