Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 30/11/2020
No documentário “Doenças do Século XXI” (2018), é abordada as mais variadas enfermidades presentes na sociedade, muitas das vezes agravada, pelas pesquisas na internet pois, muito dos pacientes não apresentam nenhuma irregularidade quando vão fazer qualquer tipo de exames. Fora da ficção, a realidade parece não é diferente, visto que vem crescendo em grande escala a quantidade de pessoas que aparecem nos hospitais ou clínicas em que seus médicos atuam com uma doença pré-fornecida na cabeça por conta das incontáveis pesquisas on-line. Problemática gerada pela carência nos meios de comunicação pincipalmente por parte dos canais de tv e pelas redes sociais, que não discorrem sobre a importância do tema a ser tratado.
Primeiramente, de acordo com a pesquisa Realizada pelo Google, apontou que, mais de 70% da população brasileira não tem plano de saúde, porém 79% está conectada à internet. Nesse sentido, fica-se irrefutável que, na falta de um sistema eficiente de saúde, e para resolver problemas, grande parte da população recorre aos meios sociais para tentar suprir como necessidades presentes, portanto é imprescindível que haja melhorias no sistema público de saúde brasileiro, para que os pacientes recorram a meios seguros, evitando assim futuras adversidades.
Uma das maiores consequências e que pode trazer graves malefícios é a da automedicação, pois pode gerar graves intoxicações, como também no aparecimento de novas e doenças em casos mais graves levar até a morte. Tal fato denota que é indispensável que os pacientes só usem algum tipo de medicamento com prescrição de um profissional, visto que o uso de substâncias erradas pode trazer consequências irreversíveis para o corpo humano.
Conclui-se, dessa forma, que são necessárias para resolver a cibercondria, uma doença da era digital. Cabe ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, em conjunto com o Ministério da Saúde, promover projetos por meio das mídias sociais sobre a importância de se procurar um profissional da área de saúde como também da nocividade da automedicação, por intermédio de palestras, debates e sites focados sobre o tema, ocasionando futuramente na baixa procura da população nas midias sociais.