Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 25/11/2020
Sob a perspectiva do Papa Bento XVI, os cristãos devem ser contra decisões judiciais e leis que autorizem o aborto e a eutanásia, considerados pecados graves. No entanto, quando se observa os desafios da cibercondria: a doença da era digital, verifica-se que esse ideal é totalmente contra a vida, pelo fato, de afetar a vida de outro ser humano sem sua concepção. Um dos grandes desafios do século XXI é encontrar maneiras de combater a cibercondria que tomou conta de toda a população mundial devido aos avanços tecnológicos.
Vale ressaltar, que com o avanço da tecnologia e a facilidade de conectar-se com a internet, faz com que as pessoas busquem as informações nos meios de navegação, como a internet. Com isso, as pessoas não precisam ir aos médicos e se consultarem, pelo fato, de já terem a informação exposta nestes meios de busca.
Paralelamente, é inevitável notar que cerca de 70% (setenta por cento) das pessoas a partir de 16 anos se auto medicam, devido a uma falha na Constituição Federal, que diz que saúde é para todos, porém, uma parte da população não tem acesso. Diante do exposto, as pessoas não conseguem ir aos médicos, então buscam as informações à internet, sendo errado, pois não sabem qual é o seu real problema.
A fim de solucionar esse impasse, é necessária a mobilização de determinados agentes implicados em cibercondria. Portanto, o Governo Federal juntamente com empresas de construção civil devem criar mais postos de saúde, por intermédio de uma porcentagem de impostos destinado a combater este impasse, a fim de que a saúde possa chegar aos bairros e localizações mais necessitadas. Como resultado dessa nova perspectiva, ocorrerá queda no número de pessoas que se auto medicam.