Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 29/11/2020

Com a chegada da Quarta Revolução Industrial, o uso da tecnologia se amplificou de forma devasta, e seu uso se tornou frequente mundialmente. Entretanto no Brasil, com as conformidades da era digital desencadeou a Cibercondria, pela emprego excessivo das alternativas cibernéticas nas questões de saúde, com o autodiagnóstico correspondente as prescrições virtuais e o uso de medicamentos sem a indicação profissional.

Atualmente, mais de 70% dos brasileiros estão suscetíveis ao seu próprio diagnóstico baseado em fontes de pesquisas online, como Google, Chrome, Internet, entre outros mais. Porém sem a opinião de um especialista ou profissional da saúde, o risco dessas informações estarem erradas é demasiado alto, e dependendo de como forem os sintomas apresentados pelo próprio e as conclusões tiradas pelo uso desmoderado virtual, uma doença simples pode ser interpretada de forma exagerada, como o contrário também é possível.

Apesar de que a internet trás grandes informações referentes a saúde, sendo muitas delas corretas, ainda sim é necessário o auxilio do profissional habilitado neste assunto, para impedir a qualquer risco ao seu bem-estar, como por exemplo a ingestão de remédios baseados na utilização desregulada do meio online em recomendações, que muitas vezes acabam ou podem agravar seu estado médico e trazer futuras complicações ou danos permanentes caso não regulamentado.

Portanto, é cabível ao órgão de saúde fiscalizar e a auxiliar a população brasileira, por via de campanhas médicas e acompanhamento em hospitais, farmácias e postos de saúdes,  afim de comunicar os danos que o uso indevido das informações das redes de internet pode prejudicar o seu bem-estar, ademais impedir o a utilização das drogas medicinais sem a receita médica ou acompanhamento de um especialista, e assim prevenir a cibercondria.