Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 26/11/2020

Com a terceira revolução industrial, deu-se o surgimento da tecnologia e, com ela, uma forma de se comunicar melhor com a sociedade. No entanto, a dependência de recursos técnicos produzirá uma patologia: o raquitismo cibernético. Portanto, é conveniente analisar a influência dos videogames no modo de pensar e na comunicação de diagnósticos médicos sobre textos lidos na Internet na sociedade brasileira.

Em primeiro lugar, deve-se destacar que muitas pessoas hoje são influenciadas pelo universo criado nos videogames. Isso pode ser explicado pelo fato de que quando as pessoas veem algo acontecendo em um jogo, tentam recriá-lo na realidade, como um jogo de tiro, que faz com que a pessoa mate o adversário. Portanto, medidas devem ser tomadas para conter a influência dos videogames na sociedade contemporânea.

Além disso, observou-se que muitas pessoas no Brasil não conseguem fazer consultas para atendimento médico e não conseguem realizar consultas pela Internet. Desta forma, as pessoas correm riscos elevados para a saúde devido ao diagnóstico médico insuficiente e dependem do texto na Internet, e caem em problemas graves, como o autotratamento. Isso é evidenciado pelos dados do ICTQ, que mostram que mais de 75% dos brasileiros optam pela automedicação, o que tem alertado a sociedade para a infâmia da consulta médica adequada.

Portanto, medidas devem ser tomadas para resolver a dependência do Brasil de recursos eletrônicos. Desse modo, o estado deve aprovar leis que permitam às empresas de videogame colocar informações de conscientização não violenta no ambiente de jogos, impondo regras às empresas de videogame para que a sociedade possa parar de pensar em ser afetada pelos jogos. Além disso, o Ministério da Saúde decide como combater a automedicação no Brasil, colocando tendas de conscientização anti-automedicação em locais públicos para que as pessoas saibam que é melhor escolher medicamentos fornecidos por médicos. Afinal, para a sua saúde, como dizia Platão: “O importante não é a viver, mas viver bem”.