Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 29/11/2020
É de conhecimento geral que a internet revolucionou os modelos de comunicação e proporcionou que novas formas de entretenimento fossem desenvolvidas. Porém, quando utilizada, tal ferramenta proporciona uma relação de confiança, entre os usuários. Sendo assim, criou-se uma sociedade que segue preceitos encontrados na rede, muitas vezes impulsionando a automedicação.
É indiscutível que ao advento da modernidade, cada vez mais, busque agilizar as relações. Ademais, observa-se que no Brasil, muitas pessoas deixam de fazer uma consulta médica, para se consultarem em sites da internet. Desse modo, as pessoas se colocam em elevados riscos de saúde, pois ao não terem um diagnóstico médico adequado, e ao se confiar em textos da internet, se envolvem em grandes problemas, como a ingestão de medicamentos sem o acompanhamento médico.
Prova disso, são os dados do ICTQ que apontam que mais de 75% dos brasileiros optam pela automedicação, tornando notória a importância da conscientização da sociedade para se fazer consultas médicas adequadas. Ademais, um simples sintoma é responsável por uma extensa lista de assuntos relacionados, o que dificulta para a pessoa saber o grau de veracidade das informações com a qual está se lidando.
Portanto, para amenizar essa problemática cabe ao Ministério da Saúde que é o responsável pela administração e manutenção da saúde publica, combater a automedicação dos brasileiros, por meio da colocação de tendas de conscientização contra a automedicação em locais públicos, para que a população tenha garantida a consciência de que optar por uma medicação dada por um médico é de melhor agrado para sua saúde.