Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 27/11/2020

Os métodos tecnológicos existentes na sociedade atual trazem muitos benefícios, incluindo acesso fácil e rápido às informações. Nesse sentido, os mais diversos temas podem ser encontrados na Internet, como sites médicos e de saúde. Portanto, tais textos e descrições foram publicados com o objetivo de disseminar o conhecimento. No entanto, algumas pessoas usam esses conceitos para “conseguir uma consulta de alto nível”, o que pode levar a um diagnóstico incorreto e, em última instância, a um tratamento ineficaz, atitude atualmente chamada de cibercondria.

Ressalta-se que o principal motivo desse entrave é o fácil acesso às informações e aos medicamentos. Portanto, por meio de sites como o Dráuzio Varela, a sociedade começou a se dar conta de várias doenças humanas. Nesse panorama, essa prática se torna um problema quando as pessoas associam seus sintomas aos sintomas descritos na página do site. Pensando nisso, o governo formulou uma medida para proibir a venda de certos medicamentos, como antibióticos, sem receita. Isso porque, se esse remédio for usado de forma incorreta, pode agravar a doença, como aumentar a resistência das bactérias, agravando a situação do paciente.

Nessa perspectiva, o uso de medicamentos sem receita pode “mascarar” certas patologias. Normalmente, quando o corpo apresenta sintomas como dor de cabeça ou febre, significa que algo não está funcionando. Sob esse preconceito, ao usar medicamentos para tratar esses sintomas, as pessoas só podem resolver temporariamente e ocultar problemas graves que possam se formar. Além disso, segundo o físico britânico Isac Newton (Isac Newton), “toda ação vai produzir uma reação”, então o uso incorreto de medicamentos, além de não curar definitivamente a doença, também pode causar outros problemas, como Excesso de substâncias que prejudicam o fígado quimicamente.