Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 27/11/2020

A Terceira Revolução Industrial também denominada de Era da Informação ou Era Digital, teve início em meados do século XX, momento em que a eletrônica tornou-se o marco de modernização da indústria. Nesse sentido, entende-se que essas considerações são extremamente pertinentes no que diz respeito á cibercondria: a doença da era digital. Desse modo, percebe-se que tal questão pode ser sanada se a necessidade de uma maior orientação para a comunidade, assim como o cumprimento das leis existentes, forem tratados como fundamentais.

A priori, torna-se imprescindível retratar de Sócrates, filósofo grego, de origem humilde que revolucionou o pensamento ocidental, dessa forma, foi morto e acusado por influenciar de forma negativa o pensamento dos jovens. Portanto, é relevante afirmar que, na atualidade, existe a falta de orientação sobre as novas tecnologias às famílias que não sabem sobre os prejuízos quando essas são utilizadas de forma erronia para cuidar da saúde, logo, utilizam a internet e são influenciados pelos “sites” que não são confiáveis. Nesse sentido, deve ocorre um maior controle sobre o acesso a pesquisas na internet e um esclarecimento das autoridades sobre a forma de diagnosticar dos médicos que leva em conta muitos fatores.

Do mesmo modo, é preciso ressaltar que com a utilização constante da internet, é gerado o comportamento perigoso e prejudicial á saúde e á segurança podem ser adotados pelos jovens, colocando-os em risco. Posto isso, sabe-se que o Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação realizou uma pesquisa, por meio de visitas em 16 mil residências e detectou-se que a internet é utilizada por 50% dos brasileiros acima de dez anos. Dessa forma, é perceptível que, desde cedo os jovens encontram a possibilidade de adquirir alguns medicamentos, por meio da venda ilegal pela internet, ou seja, os indivíduos tendem a comprar remédios como, antidepressivos sem receita médica.

Em resumo a partir da exposição desses fatos, fica claro que a ausência da orientação correta para o uso da internet pode afetar de forma negativa a vida pessoal da população. Nesse contexto, é preciso que o Ministério da Saúde crie, por meio de verbas governamentais, campanhas publicitárias nos veículos de comunicação que incentive a procura de médicos e advirtam os cidadãos dos riscos para a saúde, sugerindo ao telespectador criar o hábito de ingerir apenas remédios receitados e não utilizar a internet para serviços clínicos. Em suma, entende-se que somente assim será possível diminuir a cibercondria, além de promover a área da saúde.