Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 28/11/2020
Com uma revolução tecnológica, o acesso a todos os tipos de informação tornada muito fácil. O excesso de informações põe em risco a saúde, então as pessoas podem se autotratar e se autodiagnosticar simplesmente pesquisando na Internet que vai contra as leis.
Em primeiro lugar, é preciso destacar que o raquitismo da Internet é um tema que hoje gera polêmica no Brasil, pois 40% da população brasileira é autodiagnosticada por médicos na Internet. Estes são dados do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ) em 2018.
Também é importante considerar que as informações médicas prescritas pelo Google estão incorretas, pois uma simples dor de estômago pode se transformar em câncer. Isso se deve ao uso indevido de informações, que podem substituir os médicos por meio de pesquisas na Internet.
Além disso, a lei pode salvar muitas vidas quando é aplicada por uma agência. No entanto, não têm sido praticados por cidadãos, nem tampouco fiscalizados para fiscalizar se instituições que vendem medicamentos na maioria das vezes sem receita, cumpriram a pena de morte de maneira verdadeira, levando o consumidor a não buscar ajuda especializada para tratar a doença como verdade . Foi pesquisado pelo Google. Portanto, o uso abusivo de substâncias de venda livre verificado na séria “Casa do Médico” não deve ocorrer na sociedade devido aos riscos expostos pelos usuários dessa forma.
Em suma, é preciso amenizar a situação atual por meio de orientações e legislações. Para minimizar os problemas causados por isso, o Ministério da Saúde (MS) precisa usar com urgência recursos do governo para realizar campanhas publicitárias na mídia para estimular a busca de médicos e alertar os cidadãos sobre os riscos à saúde, além de orientar o telespectador a criar medicamentos prescritos e não utilizá-los. A Internet oferece serviços clínicos. Só assim podemos melhorar o autocuidado e reduzir a automedicação.