Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 28/11/2020
Desde os primórdios o homem busca ferramentas para facilitar o seu trabalho, assim desenvolveram a internet como uma das principais ao se tratar de praticidade e rapidez, todavia, é inegável que os avanços causados pela rede substituíram diversos outros serviços, fazendo com que pessoas deixassem de recorrer aos meios necessários e só pesquisassem nela as informações desejadas, fato que agiliza e facilita a vida do homem. Mas até que ponto as informações obtidas são seguras? Elas podem causar danos a saúde da população?
O Sistema Único de Saúde (SUS) é questionado por sua demora para atendimento emergenciais e agendamentos de consultas, que levam até meses para que sejam prestadas, situação que faz com que o paciente fique um mercê de um sistema de saúde falho, com falta de profissionais na área, a modo que não conseguem se dedicar precisamente aos pacientes e não amparem atendimento à todos que procuram os serviços.
Outrossim, muitas pessoas não estão adeptos ao tempo proposto pelo SUS, visto a demora até que haja uma consulta e a transformação do problema enfrentado pelo paciente, as vezes algo que vem a desaparecer até o dia marcado ou que, até mesmo, tenha um significativo agravante e já não tenha tratamentos que solucionariam o mesmo. Assim, as pessoas dirigem-se ao ambiente virtual a fim de “dar um google” e determinam seu possível problema e o tratamento “eficaz” para o mesmo, apenas descrevendo seus sintomas.
É nessas prescrições encontradas na internet e aplicado por muitas pessoas que acabam amedrontando pessoas de forma desnecessárias, ou causando despreocupação à pacientes que investigam o problema e, muita das vezes, causando uma piora.
A Organização Mundial da Saúde (OMS), deveria investir, juntamente ao governo, maiores verbas para a melhora de suas tecnologias para atendimentos e tratamentos, de maneira que atendam a todos de forma responsável, evitando a prática de tratamentos sem prescrição médica.