Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 29/11/2020
Albert Einstein, um dos maiores pensadores do século 19, explicou que temia que a tecnologia derrotasse a era da interação humana, mas a era do medo chegou. Na época da Quarta Revolução Industrial, esta situação é sem dúvida verdadeira e confirma os problemas sociais. Portanto, uma perspectiva crítica e social é necessária para compreender a cibercondria. Nessa perspectiva, expressa-se a necessidade de políticas públicas e educacionais para amenizar esse problema.
Em primeiro lugar, as diferentes razões para esta situação devem ser consideradas. Considere a conveniência de comprar medicamentos nas farmácias e a falta de fiscalização para eles, pois ambos cooperam com a automedicação. Além disso, os planos de Internet e as buscas no Google são muito mais baratos e rápidos do que as consultas médicas. Isso é enfatizado pela pesquisa do Instituto ICQT, que mostra que quase 80% da população se automedica em vez de procurar profissionais médicos.
Em segundo lugar, é possível ver os graves efeitos dessa situação. Um deles envolve as consequências da automedicação, que podem levar a overdose, alergias, resistência a patógenos, sistemas públicos de saúde lotados e até a morte. Além disso, a desvalorização dos profissionais médicos, porque, por exemplo, os pacientes muitas vezes dão crédito ao que o Google diz e, desvaloriza a capacidade dos profissionais especializados.
Em virtude dos fatos mencionados, é mister que o Ministério da Saúde trabalhe com o Google para preparar um projeto para informar os pacientes ao estudar a automedicação na internet, que isso não pode substituir a consulta com profissionais de saúde e, que automedicação é perigosa e pode trazer mais danos do que benefícios. Além disso, o governo deve reforçar o rigor da lei sobre a compra de medicamentos para dificultar a obtenção de medicamentos sem receita nas farmácias.