Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 29/11/2020

É notório que ainda no Século XXI, a desinformação e a escassez de conhecimentos causam impactos negativos para o Brasil no campo das doenças da era digital, deixando com que as informações sejam geradas a todo o momento. Se uma pessoa acha que está ficando doente, logo pesquisa pelo que está sentindo e através desse hábito surgiu um novo termo relacionado a hipocondria da era moderna que e a cibercondria, que deve ser debatido e resolvido.

Primeiramente, vale salientar de que a busca de automedicação é comum em pessoas que tem ansiedade, pois elas têm dificuldades em lidar com a espera e buscam meios como a internet, livros ou ate mesmo o senso comum, fazendo assim eles se automedica sem antes passar por um especialista da área, podendo agravar determinados sintomas, sem nenhum tipo de controle, de forma que se tornem viciados, causando problemas a vida pessoal, principalmente para a saúde humana.

Segundamente, destaca-se consultas virtuais como impulsionador do atendimento médico virtual. Isso porque as pessoas buscam informações fáceis pela internet e optam por um diagnóstico em sites e redes sociais. Desse Modo Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), em uma pesquisa realizada em 2013, afirma que de 28% da população brasileira que se auto-medica, cerca de 10% possui problemas interligados a infecções generalizadas.

Dessa forma, é imperativo que o Ministério da Saúde, que tem como função de oferecer a promoção, proteção e recuperação da saúde da população, promova em locais públicos como praças, auditórios e ambientes escolares, debates sobre os perigos da cibercondria com a ajuda de especialistas, principalmente de psicólogos e agentes de saúde que auxiliam na mudança comportamental do indivíduo a fim de atenuar questões como a consulta virtual e, assim, construir uma sociedade que busca o atendimento médico em prol do se bem-estar e para a dominuição dessa automedicação.