Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 30/11/2020

A Internet de hoje é muito útil, com ela temos um mundo de informações. A entrada desse tipo de acesso está se tornando cada vez mais comum em nossa sociedade, o que não só traz muitos benefícios, mas também muitos problemas e erros. Com esse avanço tecnológico que presenciamos, é muito comum ver a Internet inserida em nossa sociedade a cada dia. Você pode usar a Internet para encontrar tudo o que precisa, justamente porque você pode acessar facilmente qualquer informação que muitas pessoas recorrem à Internet para tirar dúvidas sobre os sintomas que sentem, ao procurar profissionais médicos que podem ajudá-los.

À primeira vista, é óbvio que a Internet não é mais um recurso puro de entretenimento, mas se tornou um dos principais meios de consulta médica irregular do mundo. Ou seja, como num passe de mágica, só depois de “enviar ao Google” o “diagnóstico” relacionado na tela do computador. No entanto, essa abordagem coloca em risco a saúde da população, pois os relatórios virtuais não só não precisam das informações originais, como também sofrerão erros que podem ser fatais para os pacientes. Portanto, devemos combater esses comportamentos irresponsáveis ​​da sociedade e do governo a todo custo.

Na segunda análise, pesquisa realizada pelo Instituto do Profissional Farmacêutico em 2018 apontou que a automedicação correspondia a 79% dos brasileiros com mais de 16 anos. Portanto, o “Dr. Dr. Internet” prejudica os verdadeiros especialistas. Essa situação é causada por fatores como a escassez de médicos (principalmente a escassez de médicos na rede pública de saúde) e os setores econômicos das empresas farmacêuticas, pois o primeiro motivo é a falta de vontade pública, e o segundo motivo é a busca eclética Lucro com a venda de drogas.

Portanto, é óbvio que medidas devem ser reiniciadas para amenizar este problema. Portanto, a legislação pública nacional edita e sanciona leis para desburocratizar a intensificação e fiscalização da indústria farmacêutica mediada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) por meio de emendas constitucionais (PECs). Além disso, uma sociedade deve se mobilizar com especialistas em saúde, como enfermeiras e médicos, para promover palestras comunitárias para conscientizar como pessoas sobre os riscos da automedicação. Portanto, essas medidas são, sem dúvida, irrefutáveis ​​para amenizar o desconforto que assola a sociedade contemporânea, e também levarão à aposentadoria do “Doutor da Internet”.