Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 30/11/2020

O escritor americano Nichollas Carr afirmou em seu livro “Geração Superficial” que, embora a Internet tenha popularizado as informações, ela teve um impacto negativo sobre os usuários, especialmente sobre a capacidade dos usuários de refletir seu próprio comportamento. Tem um impacto negativo. É nesse contexto de inconsciência social que se resolve o problema das doenças crônicas da Internet no Brasil e no mundo, o que parece estar relacionado à falta de orientações sobre o uso correto das redes virtuais pelos internautas e ao difícil acesso ao sistema de saúde pela população brasileira. A saúde pública causa danos à sociedade.

Diante disso, não há dúvida de que a falta de espaço para a educação digital e em saúde nas escolas brasileiras é um dos motivos da disseminação dessa patologia moderna. De acordo com o livro da filósofa alemã Hannah Arendt “Eichmann em Jerusalém” (Eichmann em Jerusalém), o praticante insere o mal ao pensar. Segundo essa linha de pensamento, as instituições de ensino e a mídia podem manter a influência do excesso de informações sobre doenças e medicamentos em seu comportamento, não expondo o uso adequado de informações digitais a alunos e pessoas (por exemplo, filtrando o conteúdo de saúde da Internet). Isso exacerba os medos patológicos das pessoas em relação a doenças, cartilagem cibernética e automedicação.

Além disso, o brasileiro tem acesso limitado ao sistema público de saúde e às consultas médicas, agravando essa situação. Segundo Aristóteles, em seu livro “Ética Nico Matthews”, a política deve ser usada para garantir o bem-estar dos grupos sociais. No entanto, constatou-se que as autoridades públicas brasileiras não realizaram corretamente esse ideal. Consulte os canais de monitoramento médico socialmente instáveis, que estimulam as pessoas a buscarem seus problemas de saúde em redes digitais como o Google. Por isso, no Brasil, a prática do autodiagnóstico e da automedicação está se espalhando - segundo a Comissão Federal de Farmácia, o país tem um alto índice de intoxicações e é prejudicial à saúde das pessoas.

Portanto, é necessário que o país brasileiro tome medidas diligentes para reduzir a propagação de doenças em rede no país. Portanto, o governo deve, por meio do Ministério da Educação e Saúde, e por meio da realização de oficinas, aulas e campanhas na mídia com tecnologia da informação e atuação profissional em instituições de ensino, promover a saúde dos diálogos sobre educação digital e saúde nas escolas e meios de comunicação para estimular a Internet no Brasil A principal capacidade dos usuários de lidar com os danos das informações de saúde na rede virtual. Finalmente, o governo federal deve expandir o acesso da população à saúde por meio de esforços conjuntos saudáveis. melhoria das redes básicas, com o objetivo de alcançar o bem-estar de seus cidadãos.