Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 01/12/2020
É inegável que a Internet reolucionou o mundo, é graças a essa tecnologia que podemos comunicar, fazer pesquisas, inclusives sobre doenças, podemos até receber resultados sobre algum exame por meio digital. Mas essa confiança toda nas informações online ainda não são 100% eficientes, afinal, não é um profissional formado que esta te diagnosticando.
Nunca foi proibido pesquisar sobre algum sintomas de alguma doença que possamos estar, mas algumas pessoas acabam acreditando na primeira informação que aparece sem perceberem que muitas doenças podem ter sintomas parecidos, além disso, muitas se automedicam apenas por concluirem estar com uma doença quando na verdade, é falta de informação. De acordo com o Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ) 79% das pessoas praticam a automedicação.
Quando se trata de saúde as pessoas ficam muito preocupadas e isso é normal, mas pode recorrem ao Google para tirar dúvidas e por conta própria decidir mudar uma forma como estão tomando o remédio ou incluir outra medicação, isso pode comprometer o tratamento ou piorar como condições da saúde. Nesse sentido, deve ocorrer um maior controle sobre o acesso às pesquisas na internet, de acordo com os sintomas, e um esclarecimento das autoridades sobre a forma de diagnosticar dos médicos, que leva em conta muitos fatores.
Uma ótima solução é mais técnicos de saúde, farmácias devem vender certos tipo de medicamentos apenas com receita médica, o aconselhamento para pessoas pararem de se auto medicar pode ajudar. O Ministério da Saúde (MS) pode, por meio de verbas governamentais, criar campanhas publicitárias nos veículos de comunicação que incentive a procura de médicos. Somente assim será possível diminuir a automedicação, além de promover a área da saúde com o aumento das consultas e a diminuição dos efeitos colaterais de drogas sem autorização de um especialista.