Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 09/05/2021

Primordialmente, Nichollas Carr, escritor norte-americano, em sua obra ‘‘Geração Superficial’’, afirma que a internet, embora tenha universalizado as informações tem provocado impactos negativos em seus usuários notadamente na capacidade de reflexão sobre seus atos. É Nesse contexto de inconsciência social que se assenta a problemática cibercondria no Brasil e no mundo, visto que o uso inadequado das redes virtuais pode ocasionar diversos problemas, como a automedicação, bem como, ao acesso deficitário da população brasileira. Diante dessa perspectiva,faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem a cibercondria no mundo.

Em primeira plano, é indubitável a falta de informações nos espaços de educação digital e em saúde nas escolas estejam entre as causas da disseminação dessa patologia moderna. Segundo a filósafa Hannah Arendt, em seu livro ‘‘Eichaman em Jerusalém’’, o mal insere-se pela irreflexão daqueles que o praticam. Sob essa lógica é possível perceber que as instituções de ensino e a mídia, em vez de promover debates sobre o uso inaquado das informações digitais, como a filtragem os conteúdos de saúde da rede, possibilitam a manutenção da irreflexão social quanto aos impactos que o excesso de informações  sobre doenças e medicações provocam em seu comportamento. Isso estimulam o medo patológico às doenças, cibercondria e a automedicação.

Outrossim, é fundamental apontar a má qualidade dos serviços oferecidos a saúde pública e às consultas medicas agrava tal quadro. Conforme o filósofo Aristóteles, em sua obra ‘‘Ética à Nacômaco’’. A politíca deve ser usando de modo a garantir o bem-estar do corpo social. No entanto, observa-se que tal ideia não é devidamente praticado pelo poder público brasileiro, visto que o precário acesso ao acompanhamento medico, o que estimula a população a recorre aos meios digitais, a exemplo o google. Como consequência, há uma grande disseminação no mundo da prática do autodiagnóstico e da automedicação - responsável pelo auto indíce de intoxicação humana no país, segundo o conselho Federal de Farmácia. Faz-se imprescindível, portanto a dissolução dessa conjuntura.

Portanto, há uma necessidade de se combater esse obstáculo. Para, é imprescindível que os Estados Governamentais, em conjunto com o Ministério da educação e da saúde adote medidas mais eficasez. Por meio de oficinas, aulas e campanhas nas instituições de ensino com especialista em informática e profissionais da saúde para estimular a alto crítica dos indivíduos frente aos perigos sobre a automedicação. Por último cabe ao Governo Federal oferece uma melhor qualidade de atentimento nos centros hospitalares, na qual com essa ação ajudarar o bem-estar de todos os cidadãos.