Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 10/06/2021

O novo doutor da era

Com a popularização do acesso a internet, está sendo considerado comum casos de pessoas que diagnosticam o próprio sintoma, através de busca em sites online, e se automedicam sem antes mesmo de procurar um profissional adequado, por falta de tempo ou de condições financeiras, essa atitude é conhecida como cibercondria. Mediante disso, vem sendo apontado como um ato perigoso e tendo consequência na saúde da mesma, o qual deveria ser um dever do governo tomar iniciativa em busca de uma conscientização da sociedade.

Verifica-se assim, além do descuido com a saúde, dois fatores que influenciam atualmente é a sobrecarga na vida pessoal e principalmente profissional, gerando falta de tempo de ir até um especialista no assunto e outros com problemas financeiros, não tendo condições de pagar por um médico particular e não conseguir usufruir da saúde pública devido a problemas no SUS (Sistema Único de Saúde) que foi desenvolvido com fins da democratização da mesma e por falta de profissionais capacitados.

Em consequência disso, após entrevistas feitas na sociedade, foi observado que pelo menos cerca de 33% dela já pesquisou algo relacionado aos sintomas sentidos, o que é considerado um número preocupante, e atualmente vem trazendo prejuízos na vida do paciente como piora no estado de saúde, intoxicação devido aos medicamentos ingeridos sem necessidade e problemas de ansiedade, desenvolvida através do resultado encontrado.

Em virtude dos fatos mencionados, sendo considerado os caminhos mais eficazes para combater a cibercondria e uma melhora na sociedade, cabe-se as instituições governamentais promover campanhas de conscientização para a sociedade sobre os riscos de se automedicarem e principalmente oferecer maior número de médicos para a saúde pública, abrangendo toda a população brasileira e também, toda a comunidade que se dedica de alguma forma a saúde do próximo, utilizar mais as redes sociais que são utilizadas com maior frequência no meio em que vivem, fazendo alertas e orientando o todo em geral.