Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 14/08/2021

Com a criação da internet na Guerra Fria, foi proporcionado a maior interação com o mundo, consequentemente, a precisão de se manter conectado a ponto de se tornar uma doença do século XXI, a cibercondria, a qual gera o apetite a perfeição e o perigo a saúde. Sendo assim, é imprescíndivel o combate e o tratamento desta doença em prol de uma sociedade saudável psíquica e fisicamente.

Primeiramente, é válido destacar os efeitos negativos da utopia digital sobre os indivíduos. No filme, ‘‘O Mínimo para Viver’’, é retratado o desejo de Hellen em se encaixar nos padrões de beleza idolatrados pela mídia, com o objetivo de alcançar a ‘‘perfeição’’ desenvolveu depressão e anorexia. Similar a realidade, existem várias Hellen’s que se frustam ao comparar não só o esteriótipo, mas a vida nas redes sociais. Dessa forma, observa-se a necessidade em discutir a verdadeira face da vida e a beleza individual, a alienação ao estilo virtual, indevidamente, precariza a saúde, além de impossibilitar viver de maneira leve sem priozar a insistência em fazer parte de um grupo.

Em segunda análise, é pontuável ressaltar os impactos da cibercondria na saúde física,  tornando incapazes em realizar decisões. Na série, ‘‘Grey’s Anatomy’’ em dos episódios é abordada a chegada de uma paciente no hospital após se autodiagnóticar e medicar, ao olhar na internet sintomas de doenças que não chegariam nem perto do seu problema real, devido a quantidade de rémedios retirou todas as bactérias boas do seu corpo, absurdamente, a medicação por leigos está presente nos 79% dos brasileiros, de acordo com o site Portal 5. Nesse viés, é inegável afirmar a atitude imprudente do próprio em decidir o tratamento, assim agrava-se o estado em virtude da irresponsabilidade em deixar ser influenciado pela internet.

Fica esclarecido, portanto, a urgência na adoção de medidas para o tratamento e prevenção da cibercondria. Nesta lógica, é imperativo que o Ministério da Saúde promova uma campanha contra esse mal social, por meio de propagandas que expliquem a respeito da doença digital e influencie a procurar ajuda mental. Ademais, na mesma campanha o orgão incentive as Unidades Básicas de Saúde (UBS) a realizarem atividades em grupo e individual com psicólogos, também de maneira lúdica, por exemplo, afim de atrair a comunidade. Feito isso, a população possa se sentir livre e desfrutar do melhor da Web.