Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 11/10/2021

O Brasil passou por uma série de transformações no meio econômico-social, dentre elas, como revoluções industriais. A terceira, conhecida como revolução industrial tecnologia, possibilitou o acesso fácil à informação e comunicação dos diversos grupos sociais através da internet. Além de todos os decorrentes benefícios da mesma, apresentaram-se problemáticas consequentes do excesso de informações presentes na rede, como: a cibercondria e a proliferação de notícias falsas.

À primeira vista, tem-se a grande e carga de informações rápidas e de fáceis acessos dentro da comunidade digital como um fator responsável pela disparidade de soluções variadas para evitar-se a recorrência aos profissionais. Essa massa de informações, agrega no desenvolvimento de “fake news” e equivocada notícias que acabam por a constituição de dados confiáveis, colaborando para a má distribuição de instruções corretas de regulamentos e usos sócio-educacionais.

Outro fator contribuinte para esse cenário da maléfica utilização tecnológica, entende-se como a Cibercondria. A doença da sensibilidade nervosa compulsiva, leva o indivíduo a automedicar-se após pesquisar possíveis sintomas relacionados às doenças, assim, encontrando diversas “soluções caseiras” ou pré-determinadas para resolver o mal estar. Este modo, evidencia-se a ingestão de medicamentos sem prescrições médicas, de grave risco à saúde, o que ocasiona também problemas nos setores econômicos e de saúde populacional. Entre outros fatores, analisa-se como opção prévia resultante, a aquisição de doenças sebom aos indivíduos que se medicam descuidadamente.

A vista disso, torna-se a necessária intervenção de ações Governamentais e de profissionais da área da saúde, para que se evite o distúrbio da autônomagestão de medicamentos alheios. É preciso que tanto o Governo Federal, quanto o Ministério da Saúde e da Educação, venham a evidenciar os riscos da automedicação, além de conscientizar a população da importância de analisar criticamente as informações da rede e também optar, sempre pela opinião profissional. Portanto, a criação de campanhas públicas que incentivam a procura de centros de saúde, a denúncia de notícias falsas e a disseminação de “achismos” acaba por salvar vidas humanas e intensificar a melhora no sistema de saúde.