Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 08/11/2021

Primeiramente, é ingênuo acreditar que o Governo é isento de culpa no que se refere a práticas de risco relativas à cibercondria. É fato que desde os primórdios o homem busca ferramentas para facilitar o seu trabalho, é inegável que os avanços causados pela internet substituíram muitos outros serviços. Nesse contexto, a internet atua como facilitadora, trazendo informações de maneira rápida e de fácil acesso, mas até que ponto as informações buscadas são seguras e não causam danos a saúde do usuário?

Muitas pessoas não dispõem desse tempo do SUS, visto que têm suas rotinas e algo que levaria tempo para ser resolvido - e em grandes casos o problema pode vir até a desaparecer - é resolvido em questão de segundos, o usuário “dá um google” na descrição dos seus sintomas e busca a maneira mais eficaz de resolver ele mesmo - economizando tempo que, segundo Benjamin Franklin, “é dinheiro”.

A Organização Mundial da Saúde, deveria investir em tecnologias, desenvolver uma plataforma para que os médicos consigam atender uma maior demanda de pacientes via internet, facilitando o acesso de todos a saúde e, quando houver situações mais graves, o próprio médico pode encaminhar o paciente ao hospital para receber o seu atendimento e realizar exames.