Combate ao assédio moral no trabalho
Enviada em 09/06/2021
Segundo Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é característica da “modernidade líquida” vivida no século XX. O assédio moral no trabalho, que se mostra prejudicial até a saúde dos trabalhadores, reflete essa realidade.
Nesse sentido, no que tange à questão do combate ao assédio moral no trabalho, percebe-se a configuração de um grave problema, em virtude da pressão psicológica a qual o funcionário é submetido e da humilhação do empregado diante de seus colegas no ambiente de serviço.
Em primeiro lugar é importante observar que o assediador ao pressionar, humilhar, insultar pode causar danos a saúde psicológica e emocional do insultado.
Por outro lado, essas mesmas ações podem interferir direta e negativamente na relação daquele que é denegrido em suas relações com seus companheiros de trabalho.
O combate a liquidez citada inicialmente, a fim de comter o avanço do assédio moral no trabalho, deve tornar-se efetivo, uma vez que os trabalhadores podem ter sua saúde e seu bem estar no ambiente de serviço prejudicados. Sendo assim, desde que haja parceria entre governo, comunidade e família, será possível amenizar o problema em questão, construindo uma sociedade mais fiel aos princípios da constituição.