Combate ao assédio moral no trabalho
Enviada em 21/06/2021
É notório que o combate ao assédio moral no trabalho é uma tarefa desafiadora, especialmente porque as últimas afetadas por abusos não denunciam. Nesse preconceito, há sérios problemas de configuração devido ao silêncio e á insuficiência de legislação.
No início, o silêncio do trabalhador foi descrito como um fator complicado e complicado. Nesse sentido, o sociólogo Habermas fez contribuições relevantes ao defender a linguagem como verdadeira forma de ação.No entanto, existe uma lacuna no combate ao bullying no trabalho. As vítimas permanecem em grande parte silenciosas porque o agressor promove um ambiente de trabalho hostil por meio de demandas insuficientes e excessivas. Como resultado, muitos funcionários sofrem de transtornos mentais. Portanto, colocar esse tema em pauta e ter discussões extensas aumentará as chances de ação.
Além disso, deve-se apontar a invalidade da legislação. Nessa perspectiva, o filósofo John Locke defendeu que “a lei é feita para as pessoas, não para a lei”. Em outras palavras, quando as leis são feitas para combater o bullying no trabalho, deve haver políticas públicas e investimentos substanciais.No entanto, se não houver uma regulamentação destinada às pessoas, o impasse persistirá.
Portanto, como solução, a Secretaria do Trabalho e a Prefeitura colaboraram no desenvolvimento e ensino em escolas e empresas - realização de webconvenções nas redes sociais dessas instituições - por meio de entrevistas com vítimas de abuso moral e psicólogos, a fim de tornar o Bullying no o mercado de trabalho e leis mais eficazes tornaram-se mais claros.