Combate ao assédio moral no trabalho
Enviada em 21/06/2021
Um trabalhador brasileiro deve trabalhar 8 horas por dia, ou seja, esse mesmo prestador de serviço passa um terço do seu dia junto de seu chefe, colegas de trabalho e clientes. Portanto, é função da empresa criar um ambiente de trabalho que seja agradável, saudável e seguro para todos os trabalhadores, para que assim possam se sentir motivados e automaticamente gerar mais desempenho e lucro para a própria empresa. Nesse sentido o bem-estar do trabalhador está sendo afetado pela falta de supervisão nas empresas e preconceitos.
Primeiramente, segundo pesquisas cinquenta e dois por cento dos profissionais já sofreram assédio tanto moral quanto sexual no trabalho, sendo a sua maioria, as mulheres. Além disso, apenas dezenove por cento das empresas combatem os assédios, levando então, a percebermos que a falta de supervisão de terceiros dessas empresas pode causar diversos danos para o trabalhador. Portanto, é de extrema importância que criem sistemas de apoio para as pessoas que sofrem esses tipos de abusos, e ser combatido de maneira correta e justa.
Além disso, segundo dados do G1, trinta e seis por cento das mulheres dizem já ter sofrido abusos no trabalho, o que traz a ideia do preconceito e machismo no ambiente de trabalho, em que mulheres são sempre menosprezadas e nunca levadas a sério, criando um ambiente extremamente tóxico para um ser humano. Como também podemos citar pessoas pretas, que sofrem racismo diariamente no trabalho e são assim como as mulheres sofrem depreciações tanto de seus supervisores quanto de seus colegas de trabalho.
Impende, portanto, que o assédio moral no trabalho é problemático e precisa ser solucionado. Nesse sentido, cabe ao Estado junto com o ministério do trabalho, realizar a supervisão de todas as empresas por meio da criação de um instituto que irá combater injustiças no mercado de trabalho com o objetivo de diminuir os problemas dentro de um ambiente que deve ser acolhedor e de motivação para todos.