Combate ao assédio moral no trabalho

Enviada em 21/06/2021

No panorama atual, tornou-se muito comum as redes de trabalho apresentar uma pirâmide hierárquica, no qual sempre vai existir uma pessoa com um cargo mais elevado, o problema começa a manifestar-se quando um chefe inicia um comportamento abusivo contra a saúde mental do seu funcionário, colocando-o em situações desmoralizantes. Portanto, essa situação gera um desconforto tão grande que faz o subordinado a pedir demissão mesmo precisando do trabalho.

Em uma primeira análise, o empregador começa a “perseguir” um funcionário, agindo sempre de modo agressivo com ele e passando tarefas muito complicado de serem feitas, fazendo até com que os outros subordinados afastem-se dele para não prejudicar-se, criando uma exclusão social, trazendo consequências para seu psicológico. Além disso, na maioria das vezes o funcionário que sofre esse tipo assédio não pede demissão, porque tem medo de não conseguir um novo emprego, ou ter que mudar drasticamente sua condição de vida.

Em segunda análise, durante o governo de vargas foi criado a consolidação das leis trabalhistas (CTL) em 1946, essa lei discute sobre muitos assuntos importantes como jornada de trabalho, décimo terceiro, tempo de descanso, férias e etc. Entretanto, mesmo após tantos anos, não foi discutido de maneira aprofundada sobre o assédio moral, sobre as punições necessárias, e consequentemente faz essa situação ocorrer normalmente.

Em virtude dos fatos mencionados, deve ser feito a adição das punições do assédio moral na consolidação das leis trabalhistas, também devem fazer campanhas, que mostram a diferença entre chefe assediador e chefe exigente, e sobre as consequências que traz aos empregados, essas intervenções terão apoio do ministério do trabalho junto com o poder judiciário, as ações terão como finalidade de minizar o assédio moral no trabalho