Combate ao assédio moral no trabalho
Enviada em 01/07/2021
Muitos problemas comprometem a sociedade brasileira atualmente. Em grande maioria somente os considerados interessantes pela mídia ou que causam grande impacto são divulgados, contudo, muitos são esquecidos. Os crimes e assédios contra a mulher acontecem diariamente nas cidades e raramente algo é feito para que isso seja amenizado.
O comportamento que caracteriza o assédio moral existe desde que o homem vive em sociedade, notadamente, a partir do instante em que o trabalho passou a ter valor econômico e ser considerado fator não apenas de subsistência, mas de realização pessoal. As relações sociais entre os sexos nem sempre estiveram no patamar de igualdade e respeito como hoje se apresentam. A similitude de direitos entre homens e mulheres é um fenômeno típico da sociedade moderna, surgido nos primeiros anos do século findo. No passado, a mulher, a criança, os doentes e os escravos não desfrutavam dos mesmos direitos que tinham os homens sadios, porque a sociedade era patriarcal e, indisfarçavelmente, discriminadora.
Ademais, é fundamental apontar a ausência de leis como impulsionador do assédio moral dentro do ambiente de trabalho no Brasil. Segundo o (IBGE) Instituto Brasileiro de Geografia e estatística, cerca de 17% dos trabalhadores disseram que já sofreram assédio moral no trabalho. Diante de tal exposto é evidente que as leis atuais não são suficientes para conter os assédios. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar. Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso é imprescindível que o MEC Juntamente com o Ministério da Segurança deve desenvolver palestras para jovens e adultos, por meio de agregar educação às vítimas do problema, bem como especialistas no assunto. Tais palestras devem ser divulgadas nas redes sociais dos ministérios com o objetivo de trazer mais lucidez sobre o assédio moral no ambiente de trabalho e atingir um público cada vez maior.