Combate ao assédio moral no trabalho

Enviada em 18/09/2021

Na bandeira brasileira, existe esta frase escrita: “ordem e progresso”. Entretanto, quando-se analisa a questão do combate ao assédio moral no trabalho, percebe-se que o dilema não é efetuado e, por isso, o problema é persistente. Logo, é necessária a análise dessa problemática, com ênfase na educação e a empatia.

A princípio, é necessário ressaltar que o problema da educação tem raízes históricas no Brasil, relacionada ao elitismo. Dentro dessa perspectiva, a história do país foi marcada pelos privilégios da elite em detrimento do povo, como o ocorrido na Independência, em que Dom João VI proferiu a seguinte frase para Dom Pedro I: “Faça a independência antes que um bando de forasteiro faça”. Nesse sentido, os brasileiros são historicamente negligenciados, e quando se refere ao assédio moral, essa adversidade é persistida em virtude de que se o povo for emancipado, os poderes das elites cairão. Logo, tem-se um dos porquês do obstáculo.

Nota-se, outrossim, que a adversidade também é persistente em virtude da falta de empatia dos indivíduos. Com essa lógica, a série “Anne With E”, através da protagonista, alude uma perspectiva de altruismo - ou seja, o amor e o interesse pelo próximo. Dessa maneira, a questão da perseguição e humilhação tem como causa principal a falta de humanidade dos indivíduos, no que tange a importância de cuidado ao próximo. Dessa forma, são necessárias alternativas para priorizar o amor humano e os resultados no ambiente social.

Fica evidente, portanto, que são fundamentais a criação de alternativas para amenizar o impasse citado. Para isso, os Interlocutores da informação, como noticiários televisivos e canais da imprensa em outras plataformas, devem promover a relevância sobre educação e empatia por meio de vídeos e debates com especialistas na área. Isso com a finalidade de eliminar a obsessão e afrontas no ambiente de serviços. Logo, o combate ao assédio moral no trabalho será intermediado no século XXI.