Combate ao assédio moral no trabalho
Enviada em 10/07/2021
“No filme infantil “Cinderela”, a protagonista vive em uma casa com sua madastra e meia irmãs, na qual realiza trabalhos domésticos e sofre com o assédio moral, praticado pela sua família. Assim como nos cinemas, a relação trabalhista no Brasil, não é, plena entre o subordinado e o subordinador. Já que, o empregador, usa da hierárquia e autóridade para cometer práticas abusivas contra o empregado, que pelo medo de perder o emprego e insegurança de conseguir outro trabalho, acaba por não denunciar.
É axiomático que o exesso de autóridade no trabalho por questões hierárquicas, está entre as causas da permanência do assédio moral. Uma vez que, os indivíduos abusam da condição de liderança para promover humilhação aos demais, por meio de tarefas incondizentes com a função do funcionário ou com o tempo necesessário para que essa seja relizada, sem que haja aumento salarial ou que sejam pagas horas extras pelo tempo exedido ao que foi combinado na contratação.
Outro ponto relevante é o medo da denuncia por parte do trabalhador, que se da, pela insêgurança de não ter seus direitos garantidos, caso seja demitido ou de não conseguir outro serviço. Nesse viés é lícito referenciar o filósofo e sociólogo Karl Marx que afirmou que a história da sociedade aos nossos dias é a história de luta das classes, ademais, para que a afirmação não seja verdadeira medidas deverão ser tomadas, para que não haja luta mas sim, equidade de direitos.
Parafráseando Drummond, para que se retire as pedras do meio do caminho, são necessárias ações como, a intervenção do estado na criaçã de um programa que fiscaliza, as empresas, e oferece um sistema de dunúncia silênciosa aos profissionais chamado “trabalhador seguro”. No qual as pessoas poderiam denunciar condutas abusivas no ambiênte de trabalho anônimante, para que sejam posteriormente verificadas pelo Ministério da ecônomia. A fim de, inibir condutas excessívas no ambiente profissíonal e criar segurança a todos os funcionários.